No âmbito da COVID-19 e com a Declaração do Estado de Emergência em 19 de março, assim como as orientações da DGS que se seguiram, foram decretados Serviços Mínimos nos Transportes Públicos. Daqui resultou um conjunto alargado de medidas restritivas, as quais se revelaram particularmente gravosas no sector do Transporte Público de Passageiros. Esta situação, generalizada pelo país, induziu quebras significativas de receitas, ameaçando a sustentabilidade das empresas e a continuidade do Serviço Público de Passageiros. O reconhecimento pelo Estado do agravamento do défice de exploração dos serviços de transporte determinou a adoção de um conjunto de medidas e de apoios extraordinários, consubstanciados no Decreto-Lei n.º 14-C/2020 de 7 de abril.

Neste sentido, tem o Município de Évora envidado todos os esforços no sentido de, para além de honrar os seus compromissos contratuais com a TREVO, apoiar a concessionária dos transportes urbanos de Évora a ultrapassar esta difícil situação através das medidas de apoio financeiro previstas naquele diploma.

Com a entrada na Fase de Desconfinamento, o Município de Évora propôs à TREVO a reposição gradual da normalidade em 21 de maio. Contudo, por motivos que nos são alheios, a situação persiste, com sérios prejuízos para a população.

Compreendemos as dificuldades da Operadora e continuaremos a trabalhar no sentido de encontrar soluções que reponham a normalidade e o serviço público de passageiros.

Nota de Imprensa

Fonte : Município de Évora

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