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Fundação EDP: escolas solidárias e cidadania activa incentivo a professores e alunos com reflexos na comunidade

Fonte: Redação

14 Novembro 2017

Em Portalegre na Escola Secundária Mouzinho da Silveira, decorreu no dia 10 de Novembro uma iniciativa de impacto a nível Regional e grande projecção Nacional “o roadshow Escolas Solidárias Fundação EDP” com presença de cerca 80 pessoas , entre os quais Docentes, Alunos Autarcas, e Bispo da Diocese de Portalegre C/Branco . Já na sua 8ª Edição, esta aposta da Fundação EDP, entre outros tem como princípios básicos.“ envolver todas escolas públicas e privadas do País, desde o 2.º Ciclo ao Ensino Secundário.A EDP evidencia que” desde2010, este programa mobiliza anualmente dezenas de milhares de alunos e professores de escolas de todo o País e conta com o apoio depersonalidades como Catarina Furtado, Pedro Lima, Cláudia Semedo, Fernanda Freitas, Eunice Munõz e André Sardet. São patronos os actores Pedro Lima e Heitor Lourenço .
Margaria Pinto Correia “ capacidade e dedicação nas escolas do País”
Margarida Pinto Correia, Diretora de Inovação Social da Fundação EDP apresentou e evidenciou em muitos aspectos o “programa Escolas Solidárias, com múltiplos e louváveis objectivos como” a promoção da solidariedade e cidadania ativa, incentivando professores e alunos a serem agentes de mudança positiva com reflexos na melhoria das comunidades onde estão inseridos” .Neste contexto sublinha que “são milhares de alunos e professores e evidenciarem a sua capacidade ,dedicação em projectos solidários, com impacto nas escolas do País”.Em reforço da importância e dimensão desta iniciativa ,de acordo com os seus promotores “na última edição,, ano letivo de 2016/2017, participaram 433 escolas, públicas e privadas, foram desenvolvidos projetos que envolveram a participação de mais de 40 mil alunos e professores, com cerca de três milhões de horas em ações de solidariedade que ajudaram a melhorar as condições de vida de mais de 245 mil pessoas”.
Eugénio Fonseca Caritas: ” derrubar barreiras e preconceitos”
Eugénio Fonseca (Cáritas/ Confederação Portuguesa do Voluntariado) centralizou a sua comunicação nestes propósitos.” Como derrubar barreiras, combater preconceitos’, motivar e ensinar a quebrar o ciclo de vícios de vida pobre, de preconceitos estagnantes feitos por... todos?” Como complemento foi ainda objecto de análise e debate numa área que Eugénio Fonseca sublinhou “ a relação entre voluntariado e escolas”.
os benefícios modelo de boas práticas
A Fundação EDP definiu ainda estes objectivos , e cita-se “Oferecer aos alunos uma formação integral; Criar elos mais fortes com a comunidade alargada; Interagir e envolver famílias e encarregados de educação; Criar uma cultura de solidariedade na escola; Fazer parte de uma rede solidária de âmbito nacional; Ser um modelo de boas práticas” .Ainda a reter este programabaseia-se também na “promoção dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas”. Porquê intervir? A Fundação EDP esclarece .”Todos nós temos um papel importante a desempenhar na construção de um futuro mais solidário e sustentável. Nas nossas comunidades podemos ajudar a minimizar alguns dos grandes desafios globais que o planeta enfrenta: Pobreza e a fome; Desemprego / sustentabilidade económica ;Educação / literacia; Saúde;

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