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Instituto Confúcio

Boa plataforma para aprendizagem cultural mútua, diz Wang Jincheng, diretor chinês do Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa

Criado em 2008, o Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa já passou dez anos de desenvolvimento e formou um total de 11.189 estudantes. Hoje, o Instituto tem 23 professores, a maioria desses vêm da Universidade de Estudos Estrangeiros de Tianjin, que é o parceiro chinês da Universidade de Lisboa, e uma pequena parte são professores voluntários enviados pela Sede dos Institutos Confúcio.

06 Dezembro 2018

Atualmente,
ensina o mandarim básico, de turismo e de comércio e aulas de cultura. Além disso,
organiza anualmente cerca de 40 atividades culturais, atraindo 79 mil participantes.
Wang Jincheng é o quarto diretor do Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa.
Trabalha em Lisboa desde fevereiro de 2017. Ele está satisfeito com o
desenvolvimento da instituição ao longo de dez anos.
“Nestes últimos dez anos, o Instituto Confúcio teve uma evolução permanente, desde
o ensino de mandarim à promoção de eventos culturais sobre a China, alcançamos
bastante. Em dez anos, o Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa transformou-
se na escola local de línguas e cultura mais influente.”
Wang Jincheng apresentou que atualmente, os alunos que estão frequentem o Instituto
totalizam cerca de 1 mil, incluindo estudantes da Universidade de Lisboa e pessoas da
sociedade portuguesa bem como os estudantes do 5º ao 9º ano do Colégio S. Tomás,
onde foi criada uma Sala de Estudo Confúcio. A idade dos estudantes cobre uma vasta
área de uns dez anos até 70 anos. Os estudantes universitários assistem quatro aulas
por semana em três anos e podem dominar um nível médio de mandarim depois de
concluir o curso. Aqueles que vêm da sociedade podem selecionar algumas aulas
especiais e pragmáticas após o estudo básico . Wang disse:
“Depois de concluir a fase básica de estudo, esses estudantes sociais podem escolher
aulas conforme a necessidade profisional. Temos aulas de mandarim de turismo,
comércio e de cultura. Também lançamos as oportunidades de estudar na China, para
os alunos estudar o mandarim mais autêntico e ter um conhecimento mais profundo
sobre a cultura e a sociedade chinesa. Essa experiência vai ser uma grande ajuda para
a carreira pessoal.”
O diretor do Instituto Confúcio deu um conselho aos estudantes portuguese de língua
chinesa. Segundo ele, a prática é sempre o mais importante.
“Qualquer língua tem sua própria regra. O mandarim para os portugueses é uma
língua muito diferente. Para estudar melhor, acho que, por um lado, pode-se
aprofundar o conhecimento sobre a cultura chinesa para reforçar o interesse na língua,
e, por outro, deve-se procurar mais oportunidades de prática, por que o estudo de
qualquer língua exige prática constante. Praticar mais e mais, e procurar a comunicar
com professores e alunos chineses, acredito que através dessa maneira, os estudantes
portugueses dominem o mandarim melhor.”
Além do ensino de mandarim, o Instituto Confúcio tem outra missão importante de
difundir a cultura chinesa e promover o intercâmbio cultural sino-português. Segundo

Wang, o Instituto Confúcio promove atividades culturais de duas formas. A primeira é
para mostrar e experimentar a cultura chinesa no próprio Instituto, tais como,
caligrafia, Tai Chi, cerimônia de chá, papel cortado, etc. E para atender a demanda
cada vez maior dos alunos pela cultura chinesa, lançou sempre novas ações, como,
estudar as canções chinesas, identificação de escritura sobre ossos de tartaruga,
estudar o xadrez chinês, entre outras.
“Além das ações de experimentação da cultura chinesa, nos dias festivos tradicionais
chineses, por exemplo, a Festa da Primavera e a Festa do Meio Outono, organizamos
comemorações, por que achamos que essas festas são também uma importante
portadora da cultura. Nós também convidamos muitas vezes grupos artísticos e
culturais chineses de alto nível para fazer apresentações no Instituto Confúcio.”

O Instituto Confúcio também é convidado frequentemente para várias atividades fora
da Universidade de Lisboa, para difundir a cultura chinesa. Através dessas ricas ações
culturais, o Instituto Confúcio serve de uma plataforma para os povos chinês e
português conhecerem e estudarem a cultura uns aos outros.
Por um lado, a paixão dos portugueses em aprendizagem de mandarim acrescentou-se
com o reforço da cooperação e intercâmbio nas áreas de economia, comércio e
investimento. Wang Jincheng disse:

“Há dez anos atrás, não existiam muitos intercâmbios entre a China e Portugal do
ponto de vista económico. Após dez anos, com a influência da China, as relações
entre a China e Portugal evoluíram em todos os aspetos, desde o político, económico,
tecnológico, cultural ao educacional. Os intercâmbios surgiram em várias vertentes.
Isto afeta o conhecimento que o cidadão português comum tem sobre a China. ”

Por outro lado, o intercâmbio cultural promove as relações econômicas e comerciais
entre a China e Portugal. Wang disse:

“É absolutamente inquestionável que o relacionamento entre dois Estados melhora-se
com a aproximação dos seus povos. A China formulou a iniciativa Cinturão e Rota,
nesta Portugal é um dos países participantes importantes. Os Institutos Confúcio
desempenham papeis relevantes em promover o intercâmbio cultural, que também é
um conteúdo importante da iniciativa Cinturão e Rota. Semente quando as pessoas se
conheçam e se compreendam e somente quando as pessoas começam a se comunicar
através de aprender as línguas mutuamente, os dois países possam realizar
cooperações e eliminar mal-entendido. Nesse sentido, os Institutos Confúcio são de
suma importância.”

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