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Universidade de Évora reforça posicionamento na área das Tecnologias da Saúde

Assinado no dia 5 de abril no âmbito do Portugal eHealth Summit, o Acordo firmado entre a SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE e a Universidade de Évora (UÉ) afirma a aposta estratégica da UÉ em telesaúde, homecare ou telemedicina.

Fonte: Nota de imprensa - Universidade de Évora

06 Abril 2017

Membro da iniciativa europeia EIT Health e do consórcio Lisbon Living+, a Universidade de Évora (UÉ) tem apostado nas áreas das Tecnologias para a Saúde e do Envelhecimento Ativo, linhas de investigação transdisciplinar com projetos de I&D de grande dimensão em execução ou em avaliação no âmbito do Portugal2020, em sub-áreas como o homecare, a telesaúde, a computação cognitiva ou a aplicação de técnicas avançadas de inteligência artificial.
Esta aposta foi reforçada. mo dia 5 de abril, através da assinatura de acordo de cooperação com a SPMS, o qual prevê a possibilidade de alargamento a outras entidades públicas e privadas. Paulo Quaresma, vice-reitor para a Investigação, fez questão de sublinhar que “pretendemos que esta seja a génese de um laboratório colaborativo, com sede no Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo, mas com uma janela para todo o mundo.”
O Protocolo celebrado visa potenciar a colaboração na área das Tecnologias para a Saúde, no âmbito do chamado triângulo do Conhecimento, que tem como vértices a educação, a investigação e a inovação, com vista à obtenção de soluções inovadoras, eventualmente disruptivas e que permitem realizar saltos qualitativos na qualidade dos serviços de saúde.
A UÉ tem uma intervenção concreta nestes três vértices do triângulo do conhecimento na área das Tecnologias para a Saúde, quer ao nível da formação, quer ao nível da investigação, tendo sido recentemente criado um centro de I&D conjunto com o Hospital do Espirito Santo de Évora. Muito vincada é também a componente de inovação, potenciada pelas condições criadas pelo Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia.
A baixa densidade populacional e a dispersão geográfica são características da região Alentejo, que a tornam um Living lab para a avaliação e implementação de novas soluções nas áreas da telemedicina e homecare. A construção de um novo hospital em Évora requererá também a introdução de soluções tecnológicas avançadas.

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