O presidente da CCDR Alentejo, António Ceia da Silva, visitou esta quinta-feira, 18, o concelho de Sines para testemunhar a evolução de diversas operações, nomeadamente, dos investimentos públicos financiados pelo Programa Operacional Regional do Alentejo, a que, por inerência, também preside. 

A visita, acompanhada pelo presidente da Câmara, Nuno Mascarenhas, e pela vereadora Filipa Faria, começou em Porto Covo, na obra do Centro de Dia local, o mais importante equipamento social a nascer no concelho de Sines nos últimos anos. 

Na cidade de Sines, a visita passou por mais sete operações cofinanciadas pelo programa Alentejo 2020: a recuperação e musealização das Fábricas Romanas (concluída), a reabilitação do Espaço Público do Bairro 1.º de Maio (em conclusão), a Expansão Nascente da ZIL II (a decorrer), a remodelação e modernização da Escola Básica n.º 2 (a decorrer), a requalificação da Rua Marquês de Pombal (a decorrer), a qualificação e valorização do Canto Mosqueiro e suporte à visitação na Costa do Norte (iniciada em fevereiro) e o Observatório do Mar (iniciada este mês). 

Em Sines, o presidente da CCDR Alentejo visitou ainda a empreitada de execução de infraestruturas do Loteamento Municipal Sul-Nascente (Estrada do Encalhe), cujo objetivo é requalificar uma das entradas sul da cidade e preparar a criação neste local de uma nova zona habitacional de excelência. 

As obras dos três hotéis de quatro estrelas atualmente em construção em Sines – um em Porto Covo e dois em Sines -, que no conjunto representam mais 460 camas para a capacidade hoteleira do concelho, também fizeram parte do roteiro. 

No final da visita, o presidente da Câmara referiu:  

“O presidente António Ceia da Silva teve hoje a oportunidade de testemunhar que os fundos aprovados para o concelho estão a ser bem aplicados e correspondem aos investimentos que propusemos. É muito importante que a CCDR e os programas operacionais vejam no local como, muitas vezes, estas obras que são fundamentais para o desenvolvimento das nossas cidades, vilas e aldeias encontram dificuldades de execução, mas, quando terminadas, o benefício é enorme.” 

Fonte: CMS

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